quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Geração de empregos em 2013 no RN é metade de 2012 e perde para 2011

Tabela FecomercioO alerta que vem sendo feito há cerca de três meses pelo presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, acerca da dificuldade cada vez maior de geração de novas vagas no estado e, em particular, no setor de Comércio e Serviços, ganhou tons ainda mais fortes com os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged), divulgados nesta quarta, 21.08.
De acordo com os dados, em julho, o setor representado pela Fecomércio contabilizou um saldo positivo de 387 empregos com carteira assinada, um número bem distante dos 1.134 novos postos contabilizados no mesmo mês de 2012.
Quando comparados o acumulado nos dois anos, enquanto de janeiro a julho de 2012, o setor de Comércio e Serviços emplacou um saldo positivo de 6.990 novas vagas, este ano foram 3.563.
“Eu venho dizendo que estamos no limite da geração de empregos e precisamos estimular o setor produtivo e as atividades que são fortes na nossa economia. O setor de Turismo, por exemplo, precisa de mais atenção. É preciso, também, estimular novos investimentos”, afirma Marcelo Queiroz.
O presidente da Fecomércio RN também comenta a visão do “pleno emprego”, que vem sendo apontada por alguns economistas como um dos motivos da queda no ritmo de abertura de novas vagas. “Se considerarmos um percentual de desemprego na casa dos 5% sobre a População Economicamente Ativa do Rio Grande do Norte, que é de cerca de 1,7 milhão de pessoas, temos aproximadamente 85 mil pessoas ainda fora do mercado de trabalho. Mesmo descontando aqueles que ainda precisam se qualificar melhor e os que não estão em busca de emprego neste momento, ainda temos um contingente razoável de pessoas no mercado, precisando de emprego e de ter uma renda. É para elas que precisamos seguir abrindo vagas”, diz.
 
FONTE:  http://blogdobg.com.br/

domingo, 18 de agosto de 2013

Os Ganhos de Vida do RN nos Últimos 30 Anos: Causas, Desafios e Perspectivas

Por Aldemir Freire em http://portalnoar.com/economiadorn/
Padrão de Mortaliadade 1O IBGE divulgou ontem as “Tábuas de Mortalidade por Sexo e Idade” do Brasil. Um dos dados que mais chamou a atenção foi o fato do RN ter sido a unidade da federação que mais teve ganhos na expectativa de vida ao nascer.
Em 1980 uma criança que nascia no território potiguar tinha uma expectativa de vida de 58,2 anos e o estado ocupava a 22ª colocação no ranking nacional. Após 30 anos, em 2010, a esperança de vida ao nascer no RN havia saltado para 74 anos, com o estado ganhando praticamente 16 anos de vida a mais e passando a ocupar a 9ª colocação no ranking brasileiro.
Para as mulheres os ganhos foram ainda maiores: 17 anos de vida e esperança de vida ao nascer em 2010 de 78 anos.
O que explica esse desempenho?
Em primeiro lugar a queda da mortalidade infantil: entre 1980 e 2010 a mortalidade infantil no estado regrediu de 121,6 mortes de crianças até um ano de vida para cada grupo de 1.000 nascimentos para 20,6 mortes.
Como fatores determinantes da queda da mortalidade infantil, segundo o IBGE, podemos citar:
1 – melhorias nas condições sanitárias (maior acesso da população a água tratada, esgotamento sanitário e coleta de lixo);
2 – aumento da escolaridade feminina;
3 – aumento da renda da população;
4 – maior acesso da população aos serviços de saúde;
5 – aumento na oferta e qualidade no atendimento pré-natal;
6 – campanhas de vacinação;
7 – políticas de assistência à saúde básica da gestante;
8 – programas de incentivo ao aleitamento materno;
9 – programas de transferências de renda e suas condicionalidades.
Todos esses elementos contribuíram para a queda da mortalidade infantil no estado. Todavia, esses fatores também estiveram presentes em outros estados e não explicam, sozinhos, porque o RN teve o maior ganho na esperança de vida ao nascer.
Passei a madrugada matutando nesse assunto e vasculhando os dados divulgados.
Achei uma informação que ajuda a explicar esse melhor desempenho do estado: a menor intensidade, no RN,  de mortes de jovens por causas violentas (assassinatos, acidentes de trânsitos…).
Vejam o gráfico abaixo que apresenta, para os estados do Nordeste, a intensidade com que as pessoas falecem, segundo os grupos de idade. Observem que para todos os estados existe uma forte elevação nos padrões de mortalidade quando os indivíduos chegam à fase jovem. Essa elevação acomete sobretudo os jovens do sexo masculino e é ocasionada por mortes violentas.
Notem bem que para o RN a intensidade das mortes de jovens é a menor entre os estados do Nordeste.
Essa informação fica mais clara quando damos um zoom no gráfico e apresentamos essas taxas de intensidade apenas para os grupos etários de 10 a 29 anos. Vemos claramente como a mortalidade dos jovens é menos intensa no RN do que nos demais estados da região.
Eis, portanto, o núcleo central da minha tese sobre o melhor desempenho do estado ao longo desses 30 anos: assim como os demais estados nordestinos o RN promoveu uma forte redução de sua mortalidade infantil. Todavia, os demais estados tem uma mortalidade de jovens, causadas sobretudo por violência, que acabam reduzindo a expectativa de vida de suas crianças.
padrão de mortalidade 2Não estou aqui negando o crescimento da violência contra o jovem no RN. Estou querendo dizer que, relativamente, ela ainda é mais baixa do que naqueles outros estados que registraram as maiores quedas da mortalidade infantil. Estou também querendo reforçar que avançar nos ganhos de vida nas próximas décadas passa por investir também na redução da violência contra os jovens.
Penso que para continuarmos avançando nesse indicador nós precisamos: 1) manter e ampliar as políticas responsáveis pela redução da mortalidade infantil; 2) contermos o avanço da violência contra os jovens; 3) ampliarmos os serviços de atenção básica à saúde, com foco em prevenção e saúde coletiva/comunitária; 4) melhorar o atendimento à população idosa, que será cada vez maior.
Pode parecer excesso de otimismo, mas não é. Estamos caminhando para um “admirável mundo novo”. Os netos da minha geração serão jovens em um RN com expectativa de vida ao nascer de mais de 80 anos e taxas de mortalidade infantil abaixo de 5 mortes por 1000 crianças nascidas vivas.
Só precisa que adotemos as políticas corretas.

Rio Grande do Norte Terá a Menor Safra de Mandioca dos Últimos 24 Anos

Por Aldemir Freire em http://portalnoar.com/economiadorn/rio-grande-do-norte-tera-a-menor-safra-de-mandioca-dos-ultimos-24-anos/
MANDIOCA BRASILO IBGE divulgou hoje as estimativas de safra para 2013 referente ao mês de julho. Além do recorde nacional na produção de grãos, uma das coisas que mais chama a atenção é a queda significativa na produção de mandioca no Nordeste.
Pelas previsões daquele órgão o Brasil irá produzir esse ano cerca 21,2 milhões de toneladas da raiz de mandioca, uma queda de 9,55% frente ao ano passado e de 16,45% em relação a 2011.
A queda será puxada principalmente pela redução da produção do Nordeste. O IBGE estima que a região irá produzir 4,85 milhões, uma queda de 19% em relação a 2012 e de 39% em comparação a 2011.
MANDIOCA REGIÕESO Nordeste, que tradicionalmente sempre foi a região com maior produção de mandioca do país, cairá para terceiro lugar no ranking de produção das regiões brasileiras, ficando atrás do Norte e do Sul.
No Rio Grande do Norte a produção de 2013 está estimada em cerca de 84 mil toneladas, com queda de 64% quando comparado com o ano passado e 72% em relação a 2011. No estado a produção será a menor da série disponível do IBGE, que começa em 1991. Portanto será a menor produção dos últimos 24 anos.
MANDIOCA RNA mandioca possui três usos principais: 1) usada diretamente na alimentação. Nesse são sãs as famosas macaxeiras cozidas ou fritas amplamente servidas nos restaurantes nordestinos; 2) na fabricação de farinha, com o consumo dessa última sendo mais forte nas regiões Nordeste e Norte do país; 3) na produção de fécula da mandioca (também conhecido como polvilho doce e goma), cujo destino é a produção de tapiocas e, principalmente, na indústria alimentícia onde é largamente utilizada como espessante, ou seja, substância adicionada a misturas a fim de lhes proporcionar melhor consistência. A fécula é ingrediente de molhos, sopas, comidas para bebês, pudins, sorvetes, embutidos, pães de queijo e massas em geral.
No Rio Grande do Norte a produção da razi de mandioca concentra-se sobretudo na região agreste do estado e no Seridó, na chamada Serra de Santana. No agreste do estado a raiz de mandioca “alimenta” inúmeras casas de farinha (quem do estado não conhece as famosas farinhas e gomas de Brejinho?).
A seca reduziu dramaticamente a produção local de mandioca. Mesmo com as chuvas no agreste tendo alcançado este ano um patamar melhor que o do ano passado a produção continuou em queda, basicamente por duas razões: 1) no ano passado foram colhidas áreas que haviam sido plantadas em 2011 (o ciclo da mandioca pode ser de até 18 meses). Nesse caso a produção ainda era referente ao do ano anterior. 2) como praticamente não houve plantação no ano passado, muitos agricultores atualmente não possuem sequer as chamadas “manivas” (hastes da planta utilizadas no plantio) para efetuar novos plantios. Portanto, a recuperação da cultura será lenta e demorada e os efeitos da seca se estenderá não só em 2013, mas pode implicar também na produção de 2014 e 2015.
As consequências mais imediatas da crise da produção de mandioca no estado foi o fechamento de um grande número de casas de farinha e os preços da raiz, da farinha e da fécula que dispararam.

Mais Médicos: Das 101 cidades inscritas, 16 serão atendidas no RN

- Publicado no Blog do Robson Pires - 
mais medicos RNTribuna do Norte – O Rio Grande do Norte vai receber 18 médicos estrangeiros e mais 25 profissionais brasileiros dentro do “Programa Mais Médicos”, do Governo Federal. A lista com o nome das cidades contempladas nessa primeira fase do programa foi divulgada ontem pelo Ministério da Saúde (MS). Dos 101 municípios potiguares inscritos inicialmente, apenas 16 conseguiram confirmar a participação no programa. O número de médicos também foi reduzido. A demanda original era de 286 profissionais. A maioria dos médicos vai ficar na Região Metropolitana de Natal.
Ao todo, 17 médicos – 8 brasileiros e 9 estrangeiros – ficarão na capital. O município de Macaíba receberá 8 médicos e Ceará-Mirim, três. Os municípios selecionados estão habilitados pelo MS a receberem recursos do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica (QUALIFAR-SUS). Cada um vai receber R$ 24 mil. O MS ainda não divulgou a nacionalidade dos profissionais estrangeiros que irão atuar no Estado. Antes de atender os pacientes, eles participarão, de 26 de agosto a 13 de setembro, de aulas de avaliação sobre saúde pública brasileira e língua portuguesa, totalizando carga horária de 120 horas. Após a aprovação nesta etapa, começam a atender na segunda quinzena de setembro.

Exportações do RN seguem trajetória de queda

Por Aldemir Freire em http://portalnoar.com/economiadorn/
RN EXPORTAÇÕES TOTAIS JULHO
Em julho as exportações do RN totalizaram US$ 12,6 milhões, queda de 20% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
No ano de 2013 as exportações do estado estão em US$ 120,3 milhões, acumulando queda de 12,5% sobre os primeiros sete meses de 2012.
A queda das exportações locais estão sendo puxadas, principalmente, pelo item de frutas, que no acumulado do ano  registra uma queda de 20%.  Embora liderem a queda, as frutas não são os únicos itens “culpados” pela retração das exportações do estado. Outros itens importantes que também registraram queda foram o açúcar, o álcool, os peixes e os minérios.
No caso das frutas, o carro-chefe da queda tem sido as castanhas, cuja exportações entre janeiro e julho caíram de US$ 26,2 milhões em 2012 para US$ 15,4 milhões este ano. Outras frutas que também registraram queda foram as bananas (de US$ 8,4 milhões para 5,56 milhões) e as mangas (de US$ 3,3 milhões para 1,3 milhão).
RN EXPORTAÇÕES FRUTAS JULHOPor outro lado, vem registrando bom desempenho no ano as exportações de melão. Neste ano as exportações dessa fruta chegaram a US$ 16,5 milhões, contra US$ 13,8 milhões no mesmo período do ano passado.

RN perde a liderança nas exportações brasileiras de bananas

Por Aldemir Freire em http://portalnoar.com/economiadorn/
RN EXPORTAÇÕES BANANASEntre janeiro e julho de 2013 o Brasil exportou US$ 21,7 milhões em bananas (exceto bananas da terra), registrando uma elevação no valor das exportações de 5,5% sobre o valor dessas exportações no mesmo período de 2012.
Quem vem puxando para cima as exportações brasileiras de banana nesse ano de 2013 tem sido o estado do Ceará, cujo valor exportado cresceu 44% este ano, subindo de US$ 6,08 milhões nos primeiros sete meses de 2012 para US$ 8,8 milhões este ano.
Santa Catarina, outro importante exportador de bananas, aumentou suas exportações dessa fruta de US$ 4,96 milhões entre janeiro de julho de 21012 para US$ 5,4 milhões este ano, crescimento de 9,8%.
Na contramão desse movimento encontra-se o Rio Grande do Norte, que vinha liderando as exportações brasileiras de banana. Todavia, este ano as exportações locais da fruta caíram 34% em relação ao mesmo período de 2012. O RN exportou entre janeiro e julho deste ano US 5,56 milhões em bananas, no ano passado, no mesmo período, haviam sido exportados US$ 8,4 milhões.
Com isso o RN deixa de ocupar a primeira colocação no ranking brasileiro das exportações de banana e passa a ocupar a segunda colocação, perdendo para o Ceará. Além disso, há que se registrar que até a segunda posição está sendo ameaçada pelo stado de Santa Catarina.

Unesco oferece gratuitamente 10 mil páginas de história da África

FONTE: Página no Facebook da Sociedade Racionalista
https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/q71/1176325_649393851737795_1863403132_n.jpg Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos. Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.

Download gratuito (somente na versão em português):

Volume I: Metodologia e Pré-História da África (PDF, 8.8 Mb)
ISBN: 978-85-7652-123-5:
unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190249POR.pdf

Volume II: África Antiga – (Antigo Egito) (PDF, 11.5 Mb)
ISBN: 978-85-7652-124-2
http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190250POR.pdf

Volume III: África do século VII ao XI (PDF, 9.6 Mb)
ISBN: 978-85-7652-125-9
http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190251POR.pdf

Volume IV: África do século XII ao XVI (PDF, 9.3 Mb)
ISBN: 978-85-7652-126-6
http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190252POR.pdf

Volume V: África do século XVI ao XVIII (PDF, 18.2 Mb)
ISBN: 978-85-7652-127-3
http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190253POR.pdf

Volume VI: África do século XIX à década de 1880 (PDF, 10.3 Mb)
http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190254POR.pdf

ISBN: 978-85-7652-128-0
Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935 (9.6 Mb)
http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190255POR.pdf

ISBN: 978-85-7652-129-7
Volume VIII: África desde 1935 (9.9 Mb)
http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190256POR.pdf

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

EFEMÉRIDES NORTE-RIO-GRANDENSES - 10


Bonifácio Francisco Pinheiro da Câmara - Chefe do Partido Nortista (Conservador), vice-presidente da Província do RN, deputado provincial, coronel da Guarda Nacional, Comandante Superior de Natal, inspetor da Tesouraria Provincial e administrador dos Correios

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Luis Gonzaga de Brito Guerra, o Barão do Assú.

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Dom Manuel de Assis Mascarenhas

Presidente da Província do Rio Grande do Norte

FONTE: Lemnisco Livros Colecionáveis - Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro  

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Manuel Varela do Nascimento, o barão do Ceará-Mirim.
FONTE: Lemnisco Livros Colecionáveis - Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro 

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Manoel Ferreira Nobre

Autor do livro BREVE NOTÍCIA SOBRE A PRVOVÍNCIA DO RIO GRANDE DO NORTE
1º livro de história do Rio Grande do Norte. 
 FONTE: Lemnisco Livros Colecionáveis - Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro

EFEMÉRIDES NORTE-RIO-GRANDENSES - 5


Foto: Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro

EFEMÉRIDES NORTE-RIO-GRANDENSES

Francisco Amintas da Costa Barros 

Deputado provincial, promotor público de São José do Mipibu, procurador da fazenda provincial, juiz de direito de Pau dos Ferros e de Natal e chefe da polícia do RN
  Francisco Amintas da Costa Barros

Deputado provincial, promotor público de São José do Mipibu, procurador da fazenda provincial, juiz de direito de Pau dos Ferros e de Natal e chefe da polícia do RN.

FONTE: Lemnisco Livros Colecionáveis - Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro

EFEMÉRIDES NORTE-RIO-GRANDENSES - 4



 
 Tarquínio Bráulio de Souza Amaranto
FONTE: Lemnisco Livros Colecionáveis - Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro

EFEMÉRIDES NORTE-RIO-GRANDENSES - 3


Felipe Neri de Carvalho e Silva, o Barão de Serra Branca
FONTE: Lemnisco Livros Colecionáveis - Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro

EFEMÉRIDES NORTE-RIO-GRANDENSES - 2

Antonio Basílio Ribeiro Dantas

Tenente Coronel da Guarda Nacional
 
FONTE: Lemnisco Livros Colecionáveis -Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro

EFEMÉRIDES NORTE-RIO-GRANDENSES - 1

Amaro Carneiro Bezerra Cavalcanti

Chefiou os partidos conservador e liberal no Rio Grande do Norte
 
FONTE: Lemnisco Livros Colecionáveis - Pesquisa Lemnisco Livros Colecionáveis, por Willian Pinheiro